Publicado em 02 de julho de 2026
Em um cenário onde a inovação avança em ritmo acelerado, o Atlântico estrutura sua visão de futuro por meio de um conselho consultivo que conecta rigor acadêmico e as demandas reais da sociedade.
O avanço tecnológico contemporâneo exige das organizações que lideram a transformação digital a capacidade de antecipar cenários e direcionar pesquisas científicas que também atendam soluções reais. Com essa premissa, em junho de 2026, o Atlântico reuniu em sua sede os membros do seu Comitê Técnico-Científico. O objetivo do encontro foi debater tendências emergentes, estruturar novas frentes de pesquisa e analisar perspectivas com foco prioritário na Inteligência Artificial (IA).
Esse comitê funciona como um órgão consultivo, sem remuneração ou vantagens para seus membros. Sua missão é apoiar a Diretoria Executiva do Atlântico com recomendações técnicas e estratégicas fundamentadas em pesquisa, desenvolvimento e inovação, com ênfase especial no Modelo de Gestão de Projetos e Atividades de PD&I.
As discussões periódicas buscam garantir que o conhecimento gerado nos laboratórios se transforme em aplicações práticas e seguras, capazes de responder com maturidade aos desafios do setor produtivo.
A estrutura do comitê reflete a necessidade de colaboração multissetorial para a produção de ciência aplicada. O conselho possui a seguinte composição:
Atualmente, a liderança interna está sob a responsabilidade de Luiz Alves, presidente do comitê. Alex Trajano, pesquisador líder de Conectividade e Computação Distribuída do Atlântico, também integra o comitê. Já Alex Monteiro, Coordenador de Pesquisa e Experimentação, atua como secretário.
Durante a reunião, a pauta central concentrou-se na expansão da IA como o principal eixo de desenvolvimento para os próximos anos. O grupo focou na construção de uma tecnologia que atenda a critérios de segurança, soberania e sustentabilidade ambiental, mapeando detalhadamente os riscos e as oportunidades dessa revolução tecnológica.
Para Joel Rodrigues, professor e líder do Centro de Inteligência Artificial do Sistema Fecomércio Ceará, que passa a integrar o comitê, as reflexões buscam decifrar o “porquê” por trás do desenvolvimento tecnológico. Segundo Rodrigues, as discussões visam desmistificar a IA perante a sociedade, protegendo o cidadão e garantindo que ela funcione voltada ao bem-estar humano, ajudando a posicionar o estado do Ceará como referência na área.
As diretrizes estruturadas servem de base para o surgimento de novos projetos e parcerias nacionais e internacionais. Abraão Freires, Diretor-Presidente do Parque Tecnológico da UFC e membro do comitê, ressalta que o intuito é estabelecer alianças seguras e plurais, tendo o Atlântico como um dos articuladores principais dessa evolução tecnológica de envergadura nacional.
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